A Ana passou os últimos anos a construir e melhorar as fundações de gestão de pessoas em empresas em crescimento, trabalhando de perto com equipas de liderança em contextos de mudança, crescimento e profissionalização.
A abordagem dela está centrada na implementação e na adoção. Um sistema de gestão vale o que valem os líderes que o operam, por isso trabalha a parte que a maioria dos projetos salta: como se definem expectativas, como se discute o desempenho, como se comunicam decisões e como as equipas adotam uma nova forma de trabalhar.
Na Operating by Design é responsável pela liderança, pelas pessoas e pela mudança: preparar os líderes para serem donos do sistema, ligar objetivos e accountability às conversas de desempenho e acompanhar as equipas nas primeiras semanas de utilização, até as novas rotinas se manterem sem apoio externo.
Na Operating by Design, a Ana liga o desenho do sistema de gestão à forma como os líderes e as equipas o usam. O seu foco inclui o funcionamento das equipas de liderança, a accountability, as conversas de desempenho, a cultura e a gestão da mudança. O ponto de partida é perceber o que já acontece na empresa, onde surgem resistências e que comportamentos precisam de mudar para o sistema funcionar.
Esse trabalho traduz-se em rotinas, guias e momentos de acompanhamento que os líderes conseguem aplicar: expectativas explícitas, regras de decisão, comunicação das mudanças e apoio nas primeiras semanas de utilização. Em conjunto com o Francisco, liga estas práticas às prioridades, aos objetivos e aos indicadores da empresa.
A perspetiva que traz aos Insights é a da adoção: como preparar uma equipa de liderança para gerir com base em compromissos, como tornar a accountability parte da semana e como conduzir uma mudança sem que recue um mês depois. A pergunta que orienta esta abordagem é o que precisa de mudar no dia a dia para que um sistema seja realmente usado.