Saltar para o conteúdo
Operating by Design

Diagnóstico Operacional

Descubra o que está a travar a execução

Uma avaliação estruturada da forma como a empresa define prioridades, mede o progresso, atribui responsabilidades e conduz a sua cadência de gestão. Termina com uma visão priorizada do que resolver primeiro e do que pode esperar.

A primeira conversa é gratuita. O diagnóstico é um projeto com âmbito e preço acordados numa proposta própria.

O que é o Diagnóstico Operacional

O Diagnóstico Operacional é um projeto curto e estruturado que estabelece porque é que a estratégia não se transforma em execução consistente. Não é um inquérito, nem um questionário de maturidade preenchido por uma só pessoa.

Entrevistamos a equipa de liderança e uma amostra transversal de responsáveis, analisamos os planos, dashboards e reuniões que a empresa tem hoje e percebemos como as decisões são tomadas de facto. A nossa grelha cobre os onze componentes do Sistema Operativo da Empresa, da estratégia e objetivos aos KPIs, revisões, responsáveis e direitos de decisão, e faz três perguntas a cada um: existe, é usado, está ligado.

O resultado é um diagnóstico com que a equipa de liderança consegue concordar e um roteiro que diz o que fazer e por que ordem.

Para quem é

É mais útil quando os sintomas são claros e a causa é discutida.

  • Empresas lideradas por fundadores, PME e scale-ups com cerca de 20 a 300 pessoas
  • Fundadores que se tornaram o gargalo das decisões e do acompanhamento
  • Equipas de liderança com mais iniciativas do que capacidade e sem forma partilhada de escolher
  • CEOs e COOs que não confiam nos números que reveem todos os meses
  • Empresas prestes a lançar uma nova estratégia, plano ou estrutura
  • Investidores ou conselhos de administração que pedem mais previsibilidade na execução

Processo

O que acontece

Uma sequência definida com fim definido. A equipa gasta horas, não semanas.

  1. 01

    Conversa de enquadramento

    Uma sessão de trabalho para acordar as perguntas a que o diagnóstico tem de responder e quem deve ser entrevistado.

  2. 02

    Entrevistas

    Conversas confidenciais com a equipa de liderança e uma amostra transversal de responsáveis. As respostas individuais nunca são atribuídas.

  3. 03

    Revisão operacional

    Analisamos a estratégia e os planos, os objetivos, os KPIs e dashboards, a cadência de reuniões, os processos-chave e quem é responsável por quê, tal como existem hoje.

  4. 04

    Avaliação

    Os onze componentes avaliados quanto a existência, utilização e ligação, com registo dos riscos e gargalos de execução.

  5. 05

    Apresentação

    Uma sessão de trabalho com a liderança: conclusões, evidência, prioridades e a sequência que recomendamos.

Entregáveis

O que recebe

Documentos sobre os quais a equipa consegue agir sem nós.

  • Relatório de diagnóstico com conclusões e evidência de suporte
  • Revisão do sistema operativo nos onze componentes
  • Mapa de gargalos e riscos de execução
  • Roteiro priorizado com dependências e sequência
  • Sessão de apresentação com a equipa de liderança

Como avaliamos

Os onze componentes do Sistema Operativo da Empresa

Qualquer empresa funciona sobre o mesmo conjunto de componentes ligados, quer alguém os tenha desenhado quer não. É este o mapa contra o qual avaliamos. Selecione um componente para ver do que depende e o que depende dele.

  • 01

    Estratégia e prioridades

    A estratégia só ajuda a execução quando termina numa lista curta de prioridades que a liderança está disposta a defender. Uma prioridade é uma escolha: diz o que recebe recursos este trimestre e, com a mesma clareza, o que não recebe.

    Sem isso, todas as iniciativas parecem importantes, as equipas puxam em direções diferentes e o fundador passa a desempatar tudo.

    Ligações

    • Estratégia e prioridades traduz-se em Objetivos e OKRs
    • Estratégia e prioridades define os critérios de Priorização de projetos
    • Feedback e melhoria contínua atualiza Estratégia e prioridades
  • 02

    Objetivos e OKRs

    Os objetivos transformam prioridades em compromissos mensuráveis, com responsável e data. Os OKRs são uma forma de os escrever: um objetivo que diz onde se quer chegar e um pequeno conjunto de resultados-chave que provam que se chegou.

    Sem isso, o progresso é uma questão de opinião e o fim do trimestre chega sem que ninguém consiga dizer o que avançou.

    Ligações

    • Estratégia e prioridades traduz-se em Objetivos e OKRs
    • Objetivos e OKRs concretizam-se através de Roadmap e iniciativas
    • Objetivos e OKRs são acompanhados em KPIs e dashboards
    • Funções e responsáveis atribui um responsável a Objetivos e OKRs
  • 03

    Roadmap e iniciativas

    Um roadmap liga cada objetivo às iniciativas que o vão concretizar, numa ordem que a equipa consegue de facto entregar. Torna os compromissos visíveis: acrescentar algo novo obriga a mexer noutra coisa.

    Sem isso, as iniciativas acumulam-se mais depressa do que terminam e o plano existe apenas na cabeça do fundador.

    Ligações

    • Objetivos e OKRs concretizam-se através de Roadmap e iniciativas
    • Priorização de projetos decide o que entra em Roadmap e iniciativas
    • Roadmap e iniciativas assenta em Processos e passagens de trabalho
    • Cadência de reuniões mantém em andamento Roadmap e iniciativas
  • 04

    Processos e passagens de trabalho

    A maioria dos problemas de execução acontece nas passagens: entre vendas e entrega, entre um pedido e quem o executa. Um bom processo é curto, tem um responsável e diz o que significa “feito” em cada passo.

    Sem isso, o mesmo trabalho é feito de forma diferente de cada vez, a qualidade vive da boa vontade e os problemas só aparecem quando um cliente repara.

    Ligações

    • Roadmap e iniciativas assenta em Processos e passagens de trabalho
    • Funções e responsáveis atribui um dono a Processos e passagens de trabalho
    • Feedback e melhoria contínua afina Processos e passagens de trabalho
  • 05

    Priorização de projetos

    Qualquer empresa tem mais boas ideias do que capacidade. A priorização é a regra acordada para escolher entre elas: impacto nos objetivos, esforço, risco e quem tem tempo para a liderar.

    Sem isso, ganha o pedido mais insistente, há demasiados projetos em curso ao mesmo tempo e poucos chegam ao fim.

    Ligações

    • Estratégia e prioridades define os critérios de Priorização de projetos
    • Priorização de projetos decide o que entra em Roadmap e iniciativas
    • Direitos de decisão define quem aprova Priorização de projetos
  • 06

    Cadência de reuniões

    Reuniões semanais de liderança, pontos de situação de equipa, revisões mensais e trimestrais: cada uma tem um propósito, uma agenda fixa e um resultado claro. A cadência é onde prioridades, números e responsáveis se encontram todas as semanas.

    Sem isso, as reuniões multiplicam-se, as decisões são reabertas e os mesmos temas voltam semana após semana sem fechar.

    Ligações

    • Cadência de reuniões agenda Business reviews
    • Cadência de reuniões mantém em andamento Roadmap e iniciativas
    • Direitos de decisão define o que se decide em Cadência de reuniões
  • 07

    KPIs e dashboards

    Um dashboard útil tem um conjunto pequeno de indicadores, cada um com definição clara, fonte, meta e responsável. É construído para a reunião onde é revisto, e não para mostrar tudo o que se pode medir.

    Sem isso, cada equipa traz a sua folha de cálculo, as reuniões começam a discutir os números e os problemas são detetados tarde demais.

    Ligações

    • Objetivos e OKRs são acompanhados em KPIs e dashboards
    • KPIs e dashboards alimenta Business reviews
  • 08

    Business reviews

    Uma business review compara os resultados com o plano, explica os desvios e decide o que muda. As revisões mensais corrigem o rumo; as trimestrais redefinem prioridades e objetivos para o ciclo seguinte.

    Sem isso, o plano é definido uma vez por ano e abandonado em silêncio, e as correções de rumo acontecem nos corredores em vez de na sala.

    Ligações

    • KPIs e dashboards alimenta Business reviews
    • Cadência de reuniões agenda Business reviews
    • Business reviews geram aprendizagens para Feedback e melhoria contínua
  • 09

    Funções e responsáveis

    A accountability começa com um nome ao lado de cada objetivo, iniciativa, processo e KPI. Um responsável por resultado, mesmo quando muitas pessoas contribuem, para que o progresso tenha alguém que responde por ele.

    Sem isso, a responsabilidade partilhada torna-se responsabilidade de ninguém e tudo o que não está claro volta ao fundador.

    Ligações

    • Funções e responsáveis atribui um responsável a Objetivos e OKRs
    • Funções e responsáveis atribui um dono a Processos e passagens de trabalho
  • 10

    Direitos de decisão

    Os direitos de decisão tornam explícito quem decide, quem é consultado e quem é informado. Escritos, permitem ao fundador afastar-se das decisões do dia a dia sem perder o controlo das que importam.

    Sem isso, as decisões sobem por omissão, ficam à espera da próxima reunião com o fundador e atrasam tudo.

    Ligações

    • Direitos de decisão define quem aprova Priorização de projetos
    • Direitos de decisão define o que se decide em Cadência de reuniões
  • 11

    Feedback e melhoria contínua

    Cada trimestre mostra o que funcionou e o que não funcionou: uma reunião que acrescenta pouco, um KPI que ninguém usa, um processo que parte sempre. Uma retrospetiva curta e um responsável por cada correção mantêm o sistema operativo vivo à medida que a empresa cresce.

    Sem isso, o sistema degrada-se lentamente em ritual, as pessoas deixam de confiar nele e a empresa volta à gestão informal.

    Ligações

    • Business reviews geram aprendizagens para Feedback e melhoria contínua
    • Feedback e melhoria contínua afina Processos e passagens de trabalho
    • Feedback e melhoria contínua atualiza Estratégia e prioridades

O que acontece depois

O roteiro é escrito para poder ser executado por uma equipa interna. Se a empresa quiser que implementemos parte dele, o diagnóstico dá aos dois lados um âmbito preciso em vez de uma estimativa, e a escolha entre avançar com um componente ou com o sistema operativo completo faz-se com uma visão clara à frente.

Diagnóstico Operacional

Marcar um Diagnóstico Operacional

Diga-nos em que ponto está a empresa. A primeira conversa é gratuita e sem compromisso. O Francisco ou a Ana lê cada pedido e responde pessoalmente. Se fizer sentido avançar com um Diagnóstico Operacional, recebe uma proposta escrita com âmbito e preço antes de qualquer trabalho começar.

Os campos obrigatórios estão assinalados com asterisco.

É para este endereço que respondemos.

(opcional)

Ajuda-nos a perceber o negócio antes de responder.

(opcional)
(opcional)
(opcional)

Algumas frases chegam. Ajudam-nos a tornar a primeira conversa útil.

Usamos estes dados apenas para responder ao pedido. Recorremos aos prestadores necessários para receber e tratar o pedido, conforme a Política de Privacidade. Política de Privacidade