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Ligamos o plano ao trabalho
O plano de investimento passa a prioridades trimestrais, OKR e responsáveis, e cada equipa vê a sua parte na execução.
Quem Ajudamos
Um investimento traz normalmente um plano, um board e um calendário de reporte. Não traz o sistema de gestão que faz o plano acontecer e torna os números fáceis de defender.
O problema
Depois de uma ronda de investimento, as expectativas tornam-se explícitas (um plano com marcos, reporte regular ao board, uma liderança responsável por ambos) e muitas empresas cumprem-nas à força de esforço: o board pack é montado à mão, os KPIs mudam de definição em cada relatório e a liderança descobre os desvios ao mesmo tempo que o board. O negócio pode estar a correr bem, mas é difícil mostrá-lo de forma consistente e ainda mais difícil prevê-lo.
Como funciona
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O plano de investimento passa a prioridades trimestrais, OKR e responsáveis, e cada equipa vê a sua parte na execução.
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Definições comuns, responsáveis e um só dashboard alimentam a reunião semanal, a revisão mensal e o board pack.
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Revisões mensais e trimestrais mostram os desvios cedo, com uma decisão para cada um, e o reporte ao board sai delas.
O que muda
Um sistema de gestão que torna a execução do plano visível, previsível e fácil de reportar.
Os KPIs certos, um dashboard executivo e um ritmo de revisão à volta deles.
Um processo de planeamento trimestral e uma metodologia OKR que dura o trimestre inteiro.
Um único sistema de gestão para prioridades, objetivos, métricas, responsáveis e ritmo.
Liderança operacional sénior ao lado do CEO, sem contratar a tempo inteiro.

Os KPIs dizem se o negócio está saudável; os OKR provocam uma mudança concreta num período definido. Uma comparação lado a lado, exemplos por área e um guia para escolher.
Francisco Campos

Um dashboard executivo existe para provocar decisões, não para relatar atividade. Oito a doze KPIs, uma página, um responsável por cada número e um ritmo de revisão fixo.
Francisco Campos

Dezoito exemplos de KPIs em finanças, vendas, operações, clientes e pessoas, com o que cada um mede e porque merece lugar. E ainda quantos acompanhar e como construir o primeiro scorecard.
Francisco Campos
O Diagnóstico Operacional mostra onde a execução está a travar e o que resolver primeiro.
Com quem vai falar

Co-fundador · Estratégia, Operações e Execução
Ajuda a clarificar prioridades, estruturar equipas e ligar a organização à execução do negócio.

Co-fundadora · Liderança, Pessoas e Mudança
Desenha e implementa sistemas de Pessoas, de performance e carreiras às rotinas de gestão.
Conversa inicial · 30 minutos
Gratuita e sem compromisso. A Ana e o Francisco respondem pessoalmente.